quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Eu tenho prostituído demais a minha espera. E as coisas parecem perder a importância toda hora. O problema é que, para perder a importância toda hora, toda hora vivem ganhando importância, e eu estou ficando cansada.”

quarta-feira, 2 de novembro de 2011


exatamente.

[...] alguns dizem que isso jamais daria certo.

Outros dizem que foram feitos um para outro.

Eles preferem não dizer nada.
Vou descer um degrau para tentar ver melhor a minha vida. Aqui nas alturas, esqueci de ver o que se passava bem diante do meu nariz.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

“Nem parece que já vai chegar novembro,

(...) ainda nem cumpri as promessas de fevereiro.”

sábado, 29 de outubro de 2011

“A gente esquece porque é conveniente esquecer.

(...) A gente lembra porque foi importante demais pra deixar pra trás. A gente segue porque é impossível voltar no tempo. A gente vive, pra tentar reviver momentos, ou, simplesmente, descobrir motivos futuros de saudades.”

é isso!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

"Viva as válvulas de escape,

(...) que lamentavelmente não gozam de boa reputacão. Não sei quem inventou que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a poesia, tudo o que possibilita novas formas de expressão além do script que a sociedade nos intima a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e-morrer."

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Dos contos de fada.

”Não contam os contos de fada que à meia-noite o feitiço não se acaba e
que a princesa não precisava ir embora, nem esquecer o sapatinho na
escada. Nos contos as fadas também não contam que a abóbora nem sempre é
carruagem, e que o príncipe nem procura num cavalo branco o pezinho da
sua amada. Com sua licença, senhora fada... Acho neste conto que, de
boba, a princesa não tem nada, mas quer, para cada pergunta, uma
resposta... Porque é do sapo que ela mais gosta?”

domingo, 23 de outubro de 2011

Do que se sabe.

"Às vezes é preciso fingir não saber o que se sabe. "